Quem me roubou de mim?

maio 19, 2017




Título: Quem me roubou de mim     
Autor: Pe. Fábio de Melo
Editora: Planetas do Brasil
Páginas: 216
Ano: 2013
Gênero: Psicologia

Minha gente, começo essa resenha (curtinha, aliás, mas cheia de amor), apenas que com a primeira frase, só pra vocês terem noção dos sentimentos envolvidos aqui.

“Há pessoas que nos roubam. Há pessoas que nos devolvem".

Bom, este livro não muito o meu tipo, porém gosto de ler coisas diferentes. O livro não trata exatamente sobre religião, mas sim do sequestro da subjetividade.

Ele trás histórias de várias pessoas, são histórias protagonizadas por pais e filhos, namorado, namoradas, maridos, esposas e indivíduos sequestrados de sua subjetividade por medo, necessidade, sedução, autoritarismo ou baixa autoestima e apesar da delicadeza desses temas, Pe. Fabio de Melo os investiga de forma honesta sob a luz da filosofia e da empatia.

“É sequestro da subjetividade todo o processo que neutraliza e impede o ser humano de conhecer-se, passando a assumir uma postura ditada por outros. É sequestro da subjetividade a projeção da vida humana em metas inalcançáveis, costurada à mentalidade de que as pessoas são perfeitas e que há sempre um final feliz reservado, pronto para chover do céu sobre nossas cabeças.”

A leitura começa falando sobre a atualidade, a tecnologia e a vida superficial que levamos. Vivemos como máquinas, logo o tempo se torna nosso inimigo. Não vivemos. É como se sobrevivêssemos apenas, no modo automático.

Como já disse em outras resenhas, esse é um livro pra se ler com o coração aberto. Sem se prender a crenças e religiões.

O livro trás reflexões pessoais e profissionais, do amor e de Deus.
Além de reflexões, o livro nos mostra quem somos. Quem somos sem os vícios, sem o medo, com fé, com amor.

Ele trás a tona o que é o amor, as formas de amor. O respeito. Ensina que eu e o tu formam uma terceira pessoa, o nós. Desejo e Prazer. Superação e Perfeição. O que é algo inexistente, inventado.

A importância da autenticidade para não sofrer a negação do ser. Esse livro deveria ser livro de cabeceira, de todas as pessoas, de todas as idades. Leiam, e depois me digam o que achou!

Você pode se interessar também

1 comentários

Siga me os bons!

Me Segue aqui também

@resenhasecafe